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Estamos nos primeiros dias de 2026 e celebraremos no domingo a Festa do Batismo do Senhor: aquele que não precisava ser perdoado, entra na fila dos pecadores para que nenhum pecador arrependido se sinta abandonado pela graça divina.
Seu batismo é sinal de seu amor por nós, que nos chama a organizar nossa vida segundo sua Vontade Santíssima. Tanto mais encontraremos alegria e paz quanto mais cumprirmos “toda a justiça”, como diz Jesus no Evangelho.
É com Jesus, solidário com os pecadores, que nós também devemos compreender nosso chamado a ser solidários com todos os nossos irmãos e irmãs. Solidariedade que se expressa no firme compromisso de colaborar para que a fé, luz que ilumina nossa vida, seja conhecida, abraçada e praticada por aqueles que dela estão longe ou nela se esfriaram.
O dizimista fiel encontra na Festa do Batismo de Jesus um sinal muito claro do significado do dízimo na sua dimensão missionária: há crianças para serem catequizadas, há jovens para descobrir a alegria do Evangelho, há casais que precisam renovar seu amor à luz da Palavra de Cristo.
O dizimista fiel se une de algum modo a cada irmão quando, por meio de sua contribuição, permite que sua comunidade tenha condições materiais de realizar sua missão de evangelizar e fazer novos discípulos de Jesus Cristo.
Padre Cleiton Viana da Silva pertence ao clero da Diocese de Mogi das Cruzes (SP), doutor em Teologia Moral pela Academia Afonsiana (Roma), leciona na Faculdade Paulo VI e é autor de várias obras publicadas pela Paulinas Editora. Redes sociais: @padrecleitonsilva
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