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O bom samaritano e a consciência do dizimista

Foto: Freepik

O amor a Deus e ao próximo não são dois mandamentos separados, como se um pudesse suprimir ou até se opor ao outro. São João em sua carta nos ensina que aquele que não ama a quem vê, não será capaz de amar aquele que não vê.

Dito isso, vemos na parábola do bom samaritano traços da consciência do dizimista que, mesmo todos os dias empenhado em construir e cuidar da sua vida, sabe aproximar-se e cuidar daqueles que estão caídos pela calçada da vida em sua fome material e espiritual.

Cada um deve prestar os primeiros socorros, movendo-se de compaixão, aliviando a dor com o óleo da paciência e purificando a ferida com o vinho do bom conselho.

Mas o dizimista sabe que há cuidados que precisam ser dispensados pela hospedaria, imagem da Igreja, que permanentemente cuida dos seus filhos feridos.

Assim como o bom samaritano ofereceu seus denários e ainda se comprometeu em acertar mais no seu retorno, o dizimista sabe que sua corresponsabilidade com esta hospedaria do Evangelho é o que permite a recuperação.

Em cada dizimista encontramos os traços do bom samaritano que, oferecendo seus dons, deixa algo ainda mais precioso no cuidado com aquele que está caído: deixa seu tempo porque seu dízimo é fruto do seu tempo trabalhado e deixa sua confiança à Igreja para zelar por aquele que está ferido.

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Padre Cleiton Viana da Silva pertence ao clero da Diocese de Mogi das Cruzes (SP), doutor em Teologia Moral pela Academia Afonsiana (Roma), leciona na Faculdade Paulo VI e é autor de várias obras publicadas pela Paulinas Editora. Redes sociais: @padrecleitonsilva

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